segunda-feira, 11 de abril de 2011

Morte em nome de que? Alguém ou algo pode salvar?

O massacre dos meninos no Rio de Janeiro foi um massacre religioso, como a matança dos inocentes de Herodes, o assassino foi um anjo da morte de um Deus louco, a sua carta mostra isso, na sua carta ele fala: pureza e impureza, virgindade, adultério, sangue intocável por fornicadores e seu enterro de filho virgem ao lado da mãe santa de onde Jesus o despertará.

O seu ritual de sepultamento, que ele descreve na carta é místico, ela fala; eu quero ser banhado e envolvido nu num lençol branco e puro como Cristo, espantosamente na carta vemos que ele massacrou em busca de perdão e para punir matando meninas principalmente, pecadoras, talvez no futuro, na cabeça dele.
Na história humana a idéia de Deus foi essencial para nomear o inconsciente da humanidade e saciar nossos desejos de eternidade, sem a idéia de Deus a civilização seria impossível, só, que com a falência da felicidade da esperança num mundo incompreensível de hoje Deus pode deixar de ser uma fonte de consolo e se transformar em um agente do terror.
Reaparece o mesmo Deus que queimou milhares de feiticeiras na idade média, o Deus do Irã que apedreja mulheres, o Deus que arma os homens bomba em nome de Alá, o Deus que jogou os aviões em Nova Yorque, os tempos trágicos de hoje, surgiu o Deus da morte. E a dor terrível que sentimos com esse crime é de abandono, o ato desse assassino nos faz sentir que estamos sozinhos e que Deus está ausente.”
Arnaldo Jabor - crítico, cineasta e jornalista

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O PT - Partido dos Trabalhadores que não é PT

Ouvia falar e acreditei durante um bom tempo, bem mais do que acreditei no Papai Noel, de que o PT-Partido dos Trabalhadores, dos sindicalistas, dos menos favorecidos era o único que estava realmente ao lado dos trabalhadores. Aquea figura marcante do Lula, seus discursos, e por ai vai. Acreditei mesmo. Lembro que na campanha Collor x Lula eu fazia umas pesquisas de intenção de voto com os amigos e incentivava a turma a "votar" no Lula, no PT. Conheço um monte de gente assim. Alguns estão curados e não acreditam mais nem no PT, nem no Lula e nem no Papai Noel. Ontem, 16/02/2011 foi votado o novo salário mínino. Em votação o valor de R$ 600,00 que teve sim de poucos, entre esses poucos aqueles que na naquela época em que eu acreditava ainda no Papai Noel eram os que defendiam os ricos. Os Petistas, aqueles que defendiam o povo, que brigavam por melhores salários, condições, e coisas do tipo, votaram contra. Como ainda tem muita gente que acredita ainda em pessoas e no PT, os que votaram contra venceram e o salário não aumentou para R$ 600,00, ficou nos R$ 545,00 e por culpa dos que apoiam os trabalhadores, o Partido dos Trabalhadores. Estranho mas real. Esses mesmos que votaram contra, os Petistas e logicamente outros partidos a poucos meses atrás votaram SIM para o seu próprio aumento de 62%, umas dez vezes mais que o aumento concedido ao salário do povo. É assim, Mas enquanto houver idiotas votando é esse o caminho. Boa sorte e com voto na próxima eleição.
Taylor de Freitas

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Sem tempo para escrever, use a imagem.

As muitas atividades e o dia que até hoje não foi alterado, continua com 24 horas não está permitindo escrever neste espaço. Como as vezes "dou uns cliques" vou postar algumas fotos. Talvez elas consigam dizer alguma coisa.
Taylor de Freitas

Pássaro militar fazendo manobras. ´Esquerda volver´

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Mudanças ??????????

Eu nascia na surpresa, agora, na previsão;
Eu não saia de casa, agora vou para a creche;
Eu namorava alguém, agora vou ficando;
Eu decorava tudo, agora uso o Google;
Eu jantava na hora da família, agora, do microondas;
Eu fazia passeata, agora, nem serenata;
Eu escolhia uma faculdade, agora estudo em várias;
Eu queria ser doutor, agora, inventor;
Eu saía de casa cedo, agora sou canguru;
Eu casava lá pelos vinte, agora, quase aos quarenta;
Eu jamais me separava, agora só divorcio;
Eu me aposentava aos cinqüenta, agora mudo de profissão;
Eu morria aos setenta, agora tenho morte lenta.
E se alguém me perguntar o que eu vou fazer agora, antes
por favor me responda: - Afinal, que raios é a globalização?

Jorge Fobes
Psicanlista Brasileiro - Presidente do IPLA - Instituto da Psicanálise Lacaniana e o Projeto Análise

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Voto Obrigatório?

Devido ao número elevado de abstenções nestas eleições, sobretudo no 2º turno com certeza virá a tona a questão da obrigatoriedade do voto. De um certo ponto ser obrigado a votar quando se pensa em democracia é algo meio estranho. Democracia pressupõe liberdade e obrigatoriedade não combina com liberdade apesar de se ter a liberdade de não votar em ninguém - anular ou votar em branco. Os que defendem a obrigatoriedade informam que a faculdade em votar traria sérios riscos para o processo permitindo que candidatos "não bons" vençam as eleições. Pergunto: não seria o caso de maior rigor na aceitação das candidaturas. O Ficha Limpa é um passo para isso. Outros defendem que é necessário ser obrigado pois poderíamos voltar ao Coronelismo no Brasil como se ele estivesse totalmente extinto. O que é preciso e fazer com que o povo partice mais dessas discussões só assim teremos uma população madura e consciente do seu poder. E para muitos que acham que em um consulta popular a maioria optaria por não ser obrigado pode se surpreender, basta lembrar do plebiscito em relação ao desarmamento. Muita gente se assustou quando o tiro saiu pela culatra.
Taylor de Freitas

E agora, como será?

Definida as eleições a grande pergunta que todos fazem é como será daqui a frente. Já antes dos resultados acreditava que nada mudará. Não é tão simples colocar em prática todas as sus convicções e desejos. Ou seja: Serra ou Dilma, qual fosse o eleito teriam que seguir o mesmo rítmo, os mesmos procedimentos. Queira sim ou não, o Brasil atingiu em muitos aspectos grau de maturidade e devido a complexidade do sistema não é facil alterá-lo. Não concordo com muitas ações do governo pois as julgo muito assistencialista ao ponto de se tornarem de caridade e governo não é pra fazer caridade e sim para gerar oportunidade. Por outro lado muitos festejam seus cartões e bolsas que garantem algo sem fazer nada. Equação no mínimo injusta. O sol está ai todos os dias.
Taylor de Freitas

sábado, 25 de setembro de 2010

Tá faltando tempo.

Pois bem, devido à falta de tempo, estarei reproduzindo aqui as colunas que publico no Caderno de Esportes do Jornal Gazeta do Oeste. Claro que para nao perder o hábito, continuarei a escrever e disponibilzar textos de outros temas que não seja o esporte, o futebol.
Taylor de Freitas