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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Hungria - Budapeste - 2013

Quando comecei a preparar o roteiro para esta viagem que incluiu além da Hungria, Eslováquia, Alemanha, Polônia, Republica Checa, Áustria a cidade de Budapeste, a Hungria, gerou duvidas. Ainda bem que a dúvida ficou pra tras e eu fui. Este é um outro local que visitaria novamente, ao lado da Polônia, do Chile, de Praga. Não estava dando nada pra cidade que me surpreendeu. Vamos aos fatos. Vim de ônibus de Viena na Áustria para Budapest, aliás, a melhor viagem de ônibus no melhor ônibus até hoje. Students é o nome da empresa. Melhor que muitas companhias aéreas, com serviço de bordo, filmes, games, etc... só não voou até porque esse não era o objetivo. Cheguei em Budapeste e com papelzinho de anotações na mãe desci no meio do caminha, não fui até o terminal. Estava próximo a uma estação do metro. Embarquei no "danado", detalhe, pro lado errado. Um sujeito meio chapado numa bicicleta - isso mesmo, bicicleta, não só por lá, mas em vários países pode levar a bicicleta no metro, no ônibus, pode ir com o seu cachorro, só sogra que sem sempre é permitido carregar. Então, esse sujeito já percebeu a minha cara de espanto e de turista desavisado. Perguntou em Hungaro e eu claro, não entendi, ele arranhou um Inglês misturado com mímicas e me explicou toda a simbologia da cidade. No metro havia umas placas com os nomes das estações e com muitos símbolos, este símbolos indicavem onte era a estação de trem, de ônibus, de metro, aeroporto e por ai vai. Ou seja, o mapa da mina. Com isso cheguei no mês destino.
Em Budapeste por questão de custo aluguei um apartamento e não um hotel. Achei fácil o endereço, difícil foi entrar. A frente do lugar era horrível, de dar medo, não tinha ninguém pra me atender e isso era por volta de 18:00hs, quase escurecendo ( lá o sol se põe no verão por volta das 20:00hs ) e au só achei o interfone do "meu" apartamento que ficou roxo de tanto eu tocar e ninguém atender. Do lado um telefone público. Ai você pode calcular. Na Hungria utilizar um telefone público pra ligar pro cara do apartamento pra saber como eu entro. Isso é a viagem. Fui numa loja ao lado com o papel do telefone que eu tinha que não funcionava, a atendente me explicou que faltava um zero, tipo o 9 na frente dos celulares do Brasil. Lá vou eu novamente, colocando moedinhas húngaras no telefone público e falando com o cara. O problema é que eu que já não sou bom no Inglês, imagina conversar pelo telefone com um Hungaro que fala Inglês. Dureza. Mas nos entendemos e descobri que tudo funcionava através de códigos e senhas que abrem as portas, acendem as luzes e por ai vai. Por dentro até que o apartamento era bom, mas por fora, era exatamente a vila do Chaves. No fim ficou bom. Pra além do Rio Danúbio Budapeste conta com museus e ex-delegacias do comunismo onde muitas pessoas foram torturadas e mortas, tipo ocorria no golpe militar brasileiro. Estes locais estão abertos a visitação, um deles é o museu do terror. Não precisa explicar. É o terror.
Praticamente não usei mais transporte publico em Budapest, comprei um Ticket do ônibus turístico que valia para 2 dias e como ele ia pra todos os lugares, não gastei com metro. Pegava o Bus Turistico e ia pra toda a cidade. Alegria pura. Cidade segura e com gente de todos os lados. Bares movimentados, muitas, eu disse muitas pessoas a noite não vão aos bares. Compram suas bebidas e comidas nos markets e bebem e se divertem nas praças, nas calçadas. É uma cena comum na noite de Budapest.
Taylor de Freitas

sábado, 31 de agosto de 2013

Hungria com destino a Polônia - Agosto/2013

Uma das histórias mais interessantes ocorreu justamente no dia que tive mais problemas durante minha estadia na Hungria. Primeiro confirmar que gostei muito de Budapeste onde fiquei hospedado em um apartamento estilo a "Vila do Chaves". Sempre faço o seguinte: quando chego na cidade já procuro comprar minha passagem de ida para o próximo destino para não ter surpresas, até porque já
O trem no qual eu viajei não era esse, era mais simples
tinha informações que sair da Hungria não oferece muitos horários, principalmente pra mim que iria para o interior da Polônia. Nos 3 dias que fiquei lá foram em busca de um ônibus, um trem, um camelo que me levasse a Kraków na Polônia. Os ônibus estavam esgotados os poucos horários então lá vamos nós em busca do trem. Fui na estação e poucas pessoas falavam Ingles, fui então encaminhado para um setor, la dentro da Estação de trem onde me atenderiam em Ingles e com mais rapidez pois a fila era enorme. Depois de muita luta e pagando caro por ser de ultima hora ( foi a passagem mais cara que paguei na Europa, cerca de R$ 350,00 0 passagem comprada. Fiquei meio desconfiado e sabia que algo estava errado ali. Voltei na senhora e perguntei novamente se aquele ticket me levaria até a Cracóvia, se era direto, seu eu precisava fazer algo mais. Ela me disse que estava perfeito e me desejou boa viagem. Desconfiado que sou no dia da viagem cheguei 1:30hs antes do horário pois pressentia algo errado. Perguntei novamente a outra atendente - eu ia dizer mal educado, mas vamos dizer que para ela não era um dia bom, me tratou mal, fiquei triste, mas fazer o que, rs - ela também disse que estava quase tudo bem, mas que eu deveria ter feito a reserva. Como eu não tinha feito, pedi a ela que fizesse então. A danada me respondeu que não havia mais. O desespero começou a bater e quando o trem de muitos vagões chegou lá ia eu buscar informações. Coloquei a Fernanda em um vagão e disse: fique ai, pra algum lugar nós vamos. Sai perguntando de vagão em vagão e todos mal educados me diziam que não tinha como eu chegar na Cracóvia. Ouvi o primeiro apito e apareceu um garoto que trabalhava no trem que me disse que para ir a Cracovia eu deveria reservar no vagão cama, mas eu não tinha reserva e não tinha mais como fazer, estava lotado. Me orientou que entrasse num determinado vagão ( por sorte era o que a Fernanda estava ) e desembarcasse em Katowice
, no interior do interior da Polônia e pegasse outro trem até chegar em Kraków. Assim foi. Entrei, o trem partiu e nós sem lugar pra sentar fomos revezando espaços até descer, pegar outro trem ( este ultimo caindo os pedaços e chegar no Destino ). Pra salvar a viagem, sentei ao lado de uma garota, Rita, que é Húngara, trabalha no Governo da Eslováquia vendendo computadores pro mundo, vai entender. Em nossa conversa me disse que seus pais formavam um casal de alemães e húngaros e que sua vó era sobrevivente de Auschwitz, meu próximo destino. Assunto guerra na casa dela: proibido. Rasgamos um longo papo. Era o início de uma viagem regada a azeitona ( a fome apertou, não tinha o que comer e nem onde comprar, achei um pacotinho de azeitona na mochila que fez a alegria até chegarmos ao Terminal em Kraków. Vida, ou melhor, viagem que segue.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Europa: lá vamos nós

Então, tudo começou há alguns anos, e aos poucos foi ganhando força. Assim sendo, lá vamos nós de novo. Desta vez, Europa ( Portugal - rapidinho -, República Checa, Áustria, Eslováquia, Hungria, Polônia e Alemanha. 22 dias "rodando". Cansativo com certeza. Mas valerá por tudo. Alguns objetivos. Campos de Concentração em Praga - lá existem Campos Modelo de Hitler. Auschwitz em Kraków na Polônia e Berlim no muro, especificamente na passagem do "Ocidente para o Oriente" e vice-versa. O tal do Facibuque quase que "matou" os blogs, mas se aqui ele está, algumas linhas não fariam mal algum.
Taylor de Freitas